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terça-feira, 10 de maio de 2016

Minha Pequenininha, minha Fadinha

Patinhas da Minha Fadinha
Fadinha Partiu para o céu dos cachorrinho dia 06/05/2016


Como esquecer? Não dá... Tudo faz eu lembrar da minha pequenininha... Já tinha falado dela AQUI no blog, feito uma declaração de amor e agora tive que me despedir do meu anjo de quatro patas e está sendo difícil... 

Sinto saudades o tempo todo:

* De quando ela me acordava chorando na porta do meu quarto querendo entrar para eu deixá-la dormir 5 minutinhos na minha cama.
* De quando eu chegava do trabalho (ou em casa) ela ia correndo na porta me receber.
* De quando eu estava lendo/estudando e ela ficava, ali, perto de mim (ao pé do sofá, debaixo da escrivaninha, ao meu lado na cama).
* De quando eu pegava o violão para tocar ela corria para perto (acho que ela gostava e me apoiava).
* De quando eu abria a porta do carro e ela pulava dentro se convidando para passear.
* De quando chegava de tardezinha e ela ficava no meu pé me fazendo lembrar que estava na hora do passeio/caminhada dela.
* De quando íamos comer algo e ela ficava ali perto espiando, pedindo
* De quando pegávamos os panos e a caminha dela e ela ficava com raiva e ciúmes (como se dissesse: Não peguem no que é meu!).
* De quando ela destruía as paredes de casa.
* De quando ela espalhava todo o lixo do banheiro na casa.
* De quando ela passava o narizinho gelado na gente e pedia carinho.
* De quando ela ficava do meu lado quando eu estava triste.
* De quando eu a chamava e ela vinha se arrastando porque não queria muito obedecer... 

São pequenas coisas, mas é incrível como esse pequeno ser fazia parte da minha vida cotidiana e a gente se adequava tão bem as necessidades uma da outra.

Todo mundo (que me conhece) sabia que eu falava dela o tempo inteiro como se fosse uma preciosidade (e era!), minha Fadinha era, de certo modo, uma extensão minha... 

Tá difícil, não tá fácil... Eu tive um amor tão bonito por ela que dói saber que não a tenho mais aqui... Que não terei mais histórias novas a serem contadas ... Que quando eu falar das peripécias dela só serão lembranças... 

Isso não é drama e não gosto de escutar frases do tipo "Que bobagem chorar por um animal", "Camila é só um cachorro, pior seria se fosse gente!", não concordo, não quero que ninguém passe por uma perda assim e não acho que rebaixar o ser animal em detrimento do humano sejam palavras de conforto... pois meu animal de estimação era mais do que um animal, era como um filho e muitas vezes me entendia melhor do que um ser humano.

Chega de pessoas que não entendem esse tipo de dor. 


Mila F.

sexta-feira, 6 de março de 2015

Minha pequena Fadinha


Sabe quando você chega em casa depois de um dia inteiro de trabalho e está cansa, estressada, suja, com vontade de sair jogando tudo pelo alto [deixar as sapatilhas na área, a camiseta na sala, o sutiã no corredor e a calça no chão do quarto] se deitar na cama e ficar sozinha?.... mas aí vem aquela criaturinha de quatro patas balançando o rabinho com um sorriso de ponta a ponta [porque os donos sabem quando seus cachorros sorriem] e começa a fazer festinha de boas-vindas porque você chegou em casa, lhe lambe, dá carinho e pula, pula, pula... te faz sentir a pessoa mais importante do mundo e a mais amada.
Só preciso agradecer a Deus por ter me dado a possibilidade de amar e ser muito amada pelo meu anjo de quatro patas, Fadinha, que de muitas formas, tem me salvado de mim mesma nos piores dias e nos bons dias tem me dado cada vez mais alegrias... Minha Dachshund traquina e dona do meu coração!

|CaMila F.

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